terça-feira, 15 de abril de 2008


Não posso deixar passar em branco
o aniversário da minha grande amiga-irmã polasmeare peidorenta vulgo- Aline
que foi realizado ontem em sua residência
nossa a boca e a cabeça doeu de tanto rir, hehehhe
e os comes e bebes então
o ápice da noite foi qndo o pai dela a chamou de PALITO ATOMICO
sim foram alguns mitnutos que ja duram horas de pura risada
mto diver mesmo fora as fotos que msmo cm legendas nao foram compreendidas
polaa amo vc um monte te desejo o melhor sempreeeee abigaaaaaaa

sábado, 5 de abril de 2008

Só ministério tira Décio da disputa
Ex-prefeito petista tem o apoio do partido para tentar terceiro mandato na prefeitura de Blumenau




Entre as lideranças do PT blumenauense, da base à cúpula do partido, o sentimento é um só: Décio Lima deve ser o candidato da legenda ao comando do Executivo. Caso decida não concorrer na eleição de outubro, o ex-prefeito e hoje deputado federal causará frustração entre os correligionários.

- Seria uma grande decepção - reconhece o presidente do PT em Blumenau, Edson Adriano.

A presidente estadual do partido, Luci Choinacki, é taxativa sobre o assunto:

- A candidatura do deputado Décio Lima é fundamental para o PT catarinense.

Mas Décio os tranquiliza, garantindo que virá.

- Minha candidatura é irreversível, podem apostar.

O único fator que poderia levá-lo a reavaliar o posicionamento seria um convite para integrar o ministério do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve sofrer modificações antes das eleições. Ainda assim, só aceitaria a proposta caso a pasta que lhe fosse oferecida permitisse executar ações em Blumenau e região.

- A mim, interessam mais as coisas da província do que da República. De nada me serviria fazer estradas no Ceará ou em Alagoas, por exemplo - avalia Décio.

Um grupo de trabalho, composto por sete pessoas foi montado em Blumenau para iniciar o planejamento da campanha municipal petista. Para o líder da equipe, o ex-secretário de Planejamento do e homem forte do governo nos dois mandatos de Décio Lima (1997-2004), José Garcia, a possibilidade de o ex-prefeito abandonar a disputa deste ano é remota.

- Dificilmente haverá reforma ministerial este ano ou no ano que vem - analisa Garcia.

Outro fator apontado por petistas blumenauenses é a satisfação do eleitor cativo da legenda. Como é o nome de maior projeção da sigla no município, Décio poderia causar rachaduras na base eleitoral caso desistisse de participar. Mesmo em caso de derrota, a candidatura de Décio Lima teria papel estratégico no projeto político do PT em Blumenau.

Sobre a composição de uma frente de oposição a João Paulo Kleinübing (DEM), José Garcia sugere conversas com PDT e PMDB, e garante que o Partido dos Trabalhadores não fará imposições na hora de negociar, seja a cabeça-de-chapa ou a indicação do candidato a vice. Os argumentos, pondera, serão números obtidos em pesquisas. Assim, os nomes mais cotados serão aqueles de maior potencial eleitoral.

- Queremos conversar com todos os partidos, desde que não estejam no atual governo - diz.

Se as conversas não forem adiante, observa, o PT não hesitará em sair com chapa pura. Neste caso, os pré-candidatos a vice são Edson Adriano e os vereadores petistas Vanderlei de Oliveira, Maria Emília de Souza e Isaltino Pedron.



As negociações
PPS
- Os pré-candidatos dos socialistas para a majoritária já estáo definidos: o vereador Angelo Roncáglio e ex-presidente do Seterb Léo Bittencourt. No momento, a meta do partido é estabelecer conversas para compor uma aliança, na qual Roncáglio ocuparia a cabeça-de-chapa ou a complementaria na condição de vice. Se as negociações não avançarem, o PPS sairia com chapa pura, com Léo Bittencourt na condição de vice.
PSB
- A costura de um frentão de esquerda para a majoritária, no qual poderiam estar partidos como PC do B, PRB, PTN, PTC e PSDC é o principal objetivo do PSB. Marcelo Greuel, presidente da sigla, é o pré-candidato da legenda, que está disposta a negociar a composição da frente na condição de vice ou na cabeça-de-chapa. A idéia é criar uma espécie de terceira via, que funcionaria como alternativa às chapas governista e petista.
PSTU
- Nos próximos 10 dias o partido fará plenárias estaduais para discutir os encaminhamentos da campanha eleitoral nos municípios de Santa Catarina. O processo de amadurecimento do projeto político da legenda aponta para uma perspectiva de parceria com P-Sol e PCB, repetindo a aliança que vigorou na última campanha presidencial. Em Blumenau, ainda não foram cogitados nomes para a composição da chapa.
PR
- O PR tem projeto político já definido em Blumenau: lançar o ex-prefeito Dalto dos Reis como candidato ou eventual composição com outros partidos. O presidente estadual da legenda, deputado federal Nelson Goetten de Lima, vem a Blumenau neste fim de semana para discutir o assunto com as lideranças locais. Para ele, a possibilidade de haver segundo turno na cidade reforça a viabilidade da candidatura própria. As proporcionais também estão nos planos do partido, que deverá lançar candidatos a vereador.
O anúncio
Na edição de 4 de dezembro de 2007, Décio Lima confirmou ao Santa que concorreria a prefeito, acatando a indicação do PT. O deputado disse que só estava indefinido o vice da chapa



http://www.clicrbs.com.br/jornais/jsc/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&edition=9603&template=&start=1§ion=Pol%EDtica&source=Busca%2Ca1818084.xml&channel=31&id=0&titanterior=&content=&menu=58&themeid=§ionid=&suppid=&fromdate=&todate=&modovisual=

quinta-feira, 27 de março de 2008

OS INDIFERENTES

Antonio Gramsci
11 de Fevereiro de 1917

Primeira Edição: La Città Futura, 11-2-1917
Origem da presente Transcrição: Texto retirado do livro Convite à Leitura de Gramsci"
Tradução: Pedro Celso Uchôa Cavalcanti.
Transcrição de: Alexandre Linares para o Marxists Internet Archive
HTML de: Fernando A. S. Araújo
Direitos de Reprodução: Marxists Internet Archive (marxists.org), 2005. A cópia ou distribuição deste documento é livre e indefinidamente garantida nos termos da GNU Free Documentation License


Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel acredito que "viver significa tomar partido". Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes.
A indiferença é o peso morto da história. É a bala de chumbo para o inovador, é a matéria inerte em que se afogam freqüentemente os entusiasmos mais esplendorosos, é o fosso que circunda a velha cidade e a defende melhor do que as mais sólidas muralhas, melhor do que o peito dos seus guerreiros, porque engole nos seus sorvedouros de lama os assaltantes, os dizima e desencoraja e às vezes, os leva a desistir de gesta heróica.
A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade; e aquilo com que não se pode contar; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mesmo os mais bem construídos; é a matéria bruta que se revolta contra a inteligência e a sufoca. O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se fica a dever tanto à iniciativa dos poucos que atuam quanto à indiferença, ao absentismo dos outros que são muitos. O que acontece, não acontece tanto porque alguns querem que aconteça quanto porque a massa dos homens abdica da sua vontade, deixa fazer, deixa enrolar os nós que, depois, só a espada pode desfazer, deixa promulgar leis que depois só a revolta fará anular, deixa subir ao poder homens que, depois, só uma sublevação poderá derrubar. A fatalidade, que parece dominar a história, não é mais do que a aparência ilusória desta indiferença, deste absentismo. Há fatos que amadurecem na sombra, porque poucas mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva, e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões limitadas e com fins imediatos, de acordo com ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens não se preocupa com isso. Mas os fatos que amadureceram vêm à superfície; o tecido feito na sombra chega ao seu fim, e então parece ser a fatalidade a arrastar tudo e todos, parece que a história não é mais do que um gigantesco fenômeno natural, uma erupção, um terremoto, de que são todos vítimas, o que quis e o que não quis, quem sabia e quem não sabia, quem se mostrou ativo e quem foi indiferente. Estes então zangam-se, queriam eximir-se às conseqüências, quereriam que se visse que não deram o seu aval, que não são responsáveis. Alguns choramingam piedosamente, outros blasfemam obscenamente, mas nenhum ou poucos põem esta questão: se eu tivesse também cumprido o meu dever, se tivesse procurado fazer valer a minha vontade, o meu parecer, teria sucedido o que sucedeu? Mas nenhum ou poucos atribuem à sua indiferença, ao seu cepticismo, ao fato de não ter dado o seu braço e a sua atividade àqueles grupos de cidadãos que, precisamente para evitarem esse mal combatiam (com o propósito) de procurar o tal bem (que) pretendiam.
A maior parte deles, porém, perante fatos consumados prefere falar de insucessos ideais, de programas definitivamente desmoronados e de outras brincadeiras semelhantes. Recomeçam assim a falta de qualquer responsabilidade. E não por não verem claramente as coisas, e, por vezes, não serem capazes de perspectivar excelentes soluções para os problemas mais urgentes, ou para aqueles que, embora requerendo uma ampla preparação e tempo, são todavia igualmente urgentes. Mas essas soluções são belissimamente infecundas; mas esse contributo para a vida coletiva não é animado por qualquer luz moral; é produto da curiosidade intelectual, não do pungente sentido de uma responsabilidade histórica que quer que todos sejam ativos na vida, que não admite agnosticismos e indiferenças de nenhum gênero.
Odeio os indiferentes também, porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes. Peço contas a todos eles pela maneira como cumpriram a tarefa que a vida lhes impôs e impõe quotidianamente, do que fizeram e sobretudo do que não fizeram. E sinto que posso ser inexorável, que não devo desperdiçar a minha compaixão, que não posso repartir com eles as minhas lágrimas. Sou militante, estou vivo, sinto nas consciências viris dos que estão comigo pulsar a atividade da cidade futura que estamos a construir. Nessa cidade, a cadeia social não pesará sobre um número reduzido, qualquer coisa que aconteça nela não será devido ao acaso, à fatalidade, mas sim à inteligência dos cidadãos. Ninguém estará à janela a olhar enquanto um pequeno grupo se sacrifica, se imola no sacrifício. E não haverá quem esteja à janela emboscado, e que pretenda usufruir do pouco bem que a atividade de um pequeno grupo tenta realizar e afogue a sua desilusão vituperando o sacrificado, porque não conseguiu o seu intento.
Vivo, sou militante. Por isso odeio quem não toma partido, odeio os indiferentes.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Não debato com vice-prefeito,’ diz Lima



Com ‘respeito e educação’. Assim o deputado federal Décio Lima (PT) diz que vai conduzir a disputa com João Paulo Kleinübing (D25) no pleito de outubro.

O petista confirmou à Folha que é candidato à Prefeitura e jogou ‘um balde de água fria’ nas declarações do vice-prefeito Edson Brunsfeld (PP), que em entrevista concedida à Folha no último fim de semana disse que tem ‘munição’ suficiente para usar contra o PT nas urnas, se for preciso.

“Isso faz parte do processo eleitoral. Estou tranqüilo. Quero fazer uma discussão clara sobre o melhor para Blumenau, sem ódio ou rancor com este ou aquele candidato”, aponta.

A munição a que Brunsfeld se referiu na entrevista trata de questões como uma condenação do ex-prefeito no Tribunal de Contas do Estado (TCE), a CPI de Obras, dívidas herdadas da antiga gestão, entre outros temas que devem servir de pano de fundo para estas eleições.

Sem tecer maiores comentários sobre a ‘munição’ do adversário, Lima foi enfático: “Não debato com vice-prefeito. O (Edson) Brunsfeld, se quiser, que vá debater com o meu vice à época, o (Inácio) Mafra”.

O petista também não perdeu a oportunidade de contra-atacar, dizendo que seu nome lidera as pesquisas eleitorais realizadas até o momento e que entra na disputa ‘sem medo de ser feliz’. “Só fiz o bem para Blumenau. As pesquisas mostram isso”, finaliza.

Jornal O Globo distorce decisão do PT e desinforma leitores

Leia abaixo nota enviada a O Globo, com pedido de publicação, a respeito de notícia incorreta veiculada pelo jornal nesta terça-feira (25):

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O jornal O Globo falta com a verdade ao afirmar em sua primeira página desta terça-feira (25) que: “PT aprova alianças com DEM e PSDB”. Igualmente falsa é a conclusão, na página 3, de que a suposta decisão seguiria “orientação do presidente Lula”.

Em respeito aos leitores de O Globo, o Partido dos Trabalhadores esclarece:

1. Não há nem nunca houve qualquer orientação do presidente Lula nesse sentido;

2. A resolução política aprovada pelo Diretório Nacional na segunda-feira (24), ao contrário do que afirma O Globo, rejeitou alianças com partidos que fazem oposição ao governo Lula, estabelecendo que acordos municipais contrários a essa orientação devem ser referendados pelas respectivas Executivas Estaduais do PT e, nos casos das grandes cidades, obrigatoriamente aprovados pela Executiva Nacional.

3. A íntegra dessa resolução, com todos os seus detalhes, foi tornada pública na mesma segunda-feira. Além disso, o ponto relativo à rejeição de alianças com PSDB e DEM foi suficientemente esclarecido pelo presidente Ricardo Berzoini em entrevista coletiva concedida logo após a reunião do DN – na qual estava presente a reportagem de O Globo.

4. Não há, portanto, nenhum elemento que justifique o enfoque ficcional dado pelo Globo ao assunto. Agindo assim, o jornal foi na contramão não apenas dos fatos, mas também de todos os demais veículos que acompanharam a reunião – inclusive o site G1 (do mesmo grupo de comunicação), que às 20h56 de segunda-feira, sob o título “PT pretende barrar coligações com partidos de fora da base aliada”, noticiou o que de fato foi decidido pelo Diretório Nacional.


http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=11412&Itemid=195

terça-feira, 25 de março de 2008

PQ Jurimildes??
diga ié ié?

Bom o jurumildes nem sei da onde saiu, acredido que a pola começou a me chamar assim
e eu a chamava de pedidosmare....heheheh
desde então comecei a usar meu nick do msn kika jurumildes
e cnfeço que ate simaptizo com o nome...rs

o ié ié
bom esse eh um plagio
copiei do felipe lanhi ele usou no msn dele
comecei a usar no meu
e isso diverte as pessoas
todso qndo entram no msn abrem uma janela cmg e falam ié ié


simples não?